Max Guilherme (PL), ex-assessor especial e segurança do presidente da República e o deputado federal, Hélio Lopes (PL)
A sessão de quarta-feira (31 de agosto) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) não deixou margem a dúvidas: o jogo está duríssimo. De uma só tacada, os sete desembargadores fecharam a porta para o cassado Gabriel Monteiro (PL), deram um freio nas pretensões de Wilson Witzel (PMB) — afastado por impeachment, do governo do Rio — e acabaram com a farra dos “Bolsonaro” fakes na urna eletrônica. Max Guilherme (PL), ex-assessor especial e segurança do presidente da República; e o deputado federal Hélio Lopes (PL), pediram para usar o sobrenome do homem. Hélio até se elegeu (e foi o mais votado) em 2018, assinando Bolsonaro na urna. Mas, este ano, a turma do TRE negou.