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Anielle Franco confirma saída do governo para disputar vaga na Câmara pelo PT

Anielle Franco confirma saída do governo para disputar vaga na Câmara pelo PT

Ministra da Igualdade Racial deixará a pasta para concorrer no Rio em 2026, com apoio do presidente

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, confirmou que deixará o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A candidatura será pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro e conta com o aval do Palácio do Planalto. Anielle afirmou estar segura da decisão e disse que ainda alinhará os detalhes da saída com o presidente. “Estou certa. Vou alinhar os detalhes com o presidente Lula para definir os próximos passos”, declarou. Apesar do anúncio, não há uma data definida para o desligamento formal do ministério, informa o Diário do Centro do Mundo.

Saída será discutida com Lula

Segundo a ministra, o cronograma de transição será ajustado conforme o planejamento do governo. A conversa com Lula deve definir tanto o momento da saída quanto os encaminhamentos administrativos necessários para manter o funcionamento da pasta durante o período eleitoral.

Anielle também ressaltou que a escolha de seu sucessor no comando do Ministério da Igualdade Racial caberá exclusivamente ao presidente. Ela afirmou que não pretende indicar nomes e que a decisão será tomada pelo Planalto.

Estratégia eleitoral do PT no Rio

Aliados da ministra avaliam que a candidatura faz parte de uma estratégia do PT para fortalecer a legenda no Rio de Janeiro em 2026. A presença de Anielle na disputa é vista como um ativo político relevante, sobretudo pela projeção nacional que ela ganhou à frente da pasta.

Nos bastidores do governo, a saída já era esperada. A intenção da ministra de deixar o cargo havia sido antecipada em outubro do ano passado, o que indica que a decisão vem sendo amadurecida há meses dentro do partido e do próprio governo.

Continuidade das políticas públicas

Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que a transição será conduzida de forma a garantir a continuidade das políticas de igualdade racial. A preocupação é evitar desmobilização de programas e assegurar estabilidade institucional durante o período eleitoral.

A escolha do novo titular do ministério deverá levar em conta esse cenário, com foco na manutenção das agendas em andamento. A reorganização da pasta durante a campanha já está em discussão, segundo fontes, para minimizar impactos administrativos e políticos.

Com informações, Agenda do Poder

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