{"id":391651,"date":"2023-03-07T14:54:42","date_gmt":"2023-03-07T17:54:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.oitaperunense.com.br\/site\/?p=391651"},"modified":"2023-03-07T14:54:42","modified_gmt":"2023-03-07T17:54:42","slug":"no-brasil-uma-mulher-e-vitima-de-violencia-a-cada-quatro-horas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oitaperunense.com.br\/site\/no-brasil-uma-mulher-e-vitima-de-violencia-a-cada-quatro-horas\/","title":{"rendered":"No Brasil, uma mulher \u00e9 v\u00edtima de viol\u00eancia a cada quatro horas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro concentram quase 60% do total de casos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O boletim Elas vivem: dados que n\u00e3o se calam, lan\u00e7ado na segunda-feira (6) pela Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a, registrou 2.423 casos de viol\u00eancia contra a mulher em 2022, 495 deles feminic\u00eddios. S\u00e3o Paulo e Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;t\u00eam os n\u00fameros mais preocupantes, concentrando quase 60% do total de casos. Essa foi a terceira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa feita em sete estados: Bahia, Cear\u00e1, Pernambuco, S\u00e3o Paulo, Rio&nbsp;de Janeiro, Maranh\u00e3o e Piau\u00ed, os dois \u00faltimos monitorados pela primeira vez.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados s\u00e3o produzidos a partir de monitoramento di\u00e1rio do que circula nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e nas redes sociais sobre viol\u00eancia e seguran\u00e7a. As informa\u00e7\u00f5es coletadas alimentam um banco de dados que&nbsp;posteriormente \u00e9 revisado e consolidado pela rede.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estado de S\u00e3o Paulo registrou 898 casos de viol\u00eancia, sendo um a cada 10 horas, enquanto o Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;teve uma alta de 45% de casos, com uma mulher v\u00edtima de viol\u00eancia a cada 17 horas. Al\u00e9m disso, os casos de viol\u00eancia sexual praticamente dobraram, passando de 39 para 75 no Rio&nbsp;de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bahia mostrou&nbsp;aumento de 58% de casos de viol\u00eancia, com ao menos um por dia, e lidera o feminic\u00eddio no Nordeste, com 91 ocorr\u00eancias. O Maranh\u00e3o \u00e9 o segundo da regi\u00e3o em casos de agress\u00f5es e tentativas de feminic\u00eddio. J\u00e1 Pernambuco lidera em viol\u00eancia contra a mulher e o Cear\u00e1 deixou de liderar nos n\u00fameros de transfeminic\u00eddio, mas teve alta nos casos de viol\u00eancia sexual. O Piau\u00ed registrou 48 casos de feminic\u00eddio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maior parte dos registros nos estados que fazem parte do monitoramento tem como autor da viol\u00eancia companheiros e ex-companheiros das v\u00edtimas. S\u00e3o eles os respons\u00e1veis por 75% dos casos de feminic\u00eddio, tendo como principais motiva\u00e7\u00f5es brigas e t\u00e9rminos de relacionamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O relat\u00f3rio destaca que, com os dados da Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a, os governos podem criar pol\u00edticas p\u00fablicas para evitar&nbsp;viol\u00eancia&nbsp;e preservar vidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista \u00e0&nbsp;Ag\u00eancia Brasil, a coordenadora da Rede em Pernambuco, Edna Jatob\u00e1, porta-voz da organiza\u00e7\u00e3o, v\u00ea como hip\u00f3teses para o crescimento da viol\u00eancia contra a mulher no Rio de Janeiro, o aumento da circula\u00e7\u00e3o e facilidade de aquisi\u00e7\u00e3o de armas, o aprofundamento da crise econ\u00f4mica e social p\u00f3s-pandemia, que propiciaram o aumento da viol\u00eancia&nbsp;dom\u00e9stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O estado do RJ n\u00e3o tem conseguido dar prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres e&nbsp;suas fam\u00edlias, amea\u00e7adas de morte, e fazer uma investiga\u00e7\u00e3o exaustiva para a identifica\u00e7\u00e3o dos autores e suas motiva\u00e7\u00f5es acaba por estimular novas a\u00e7\u00f5es violentas&#8221;. Ela cita ainda a falta e o desmantelamento das redes de acolhimento como causa da reitera\u00e7\u00e3o desta&nbsp; viol\u00eancia. &#8220;O crescimento se d\u00e1 como um todo, com casos de grande repercuss\u00e3o nacional, tais como o caso do estupro de uma parturiente por parte de um anestesista e os casos de viol\u00eancia pol\u00edtica, e que, assim sendo, n\u00e3o h\u00e1 como determinar uma causa espec\u00edfica.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a dissemina\u00e7\u00e3o e o crescimento dos ataques \u00e0s mulheres por meio digital, Edna Jatob\u00e1 afirma&nbsp;que &#8220;isso sempre impactou o aumento da viol\u00eancia cotidiana contra as mulheres, pela liberdade de ideias retr\u00f3gradas contaminarem um maior n\u00famero de pessoas&#8221;. Destaca&nbsp;ainda&nbsp;que se faz necess\u00e1rio o controle da disponibilidade de informa\u00e7\u00e3o, principalmente quanto \u00e0&nbsp;dissemina\u00e7\u00e3o de preconceito e naturaliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia contra a mulher, que se tornaram os principais pilares para o crescimento dos ataques e da viol\u00eancia a cada ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Queremos que a internet n\u00e3o seja uma terra sem lei, principalmente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das mulheres, houveram muitas conquistas relativas \u00e0 importuna\u00e7\u00e3o e \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o, mas que ainda existe muito trabalho a ser feito e muita viol\u00eancia a ser coibida no meio digital.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao&nbsp;projeto de lei que tramita no Senado, que prev\u00ea criminalizar a misoginia, igualando a postura ao racismo, \u00e0&nbsp;homofobia e \u00e0&nbsp;transfobia, a pesquisadora diz que, al\u00e9m disso, &#8220;se faz necess\u00e1rio o fortalecimento da lutas que j\u00e1 existem e que n\u00e3o s\u00e3o totalmente aplicadas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Edna Jatob\u00e1 prop\u00f5e o fortalecimento do sistema de justi\u00e7a j\u00e1 existente, atuando com a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia. &#8220;N\u00e3o me coloco contra a cria\u00e7\u00e3o desta lei, mas o foco tem que ser a v\u00edtima, que tem que ser protegida, e n\u00e3o somente a puni\u00e7\u00e3o do agressor&#8221;, ressalta a pesquisadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estagi\u00e1rio sob supervis\u00e3o de Akemi Nitahara\/<\/strong><strong>Edi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia\/Ag\u00eancia Brasil\/Foto: Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro concentram quase 60% do total de casos O boletim Elas vivem: dados que n\u00e3o se calam, lan\u00e7ado na segunda-feira (6) pela Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a, registrou 2.423 casos de viol\u00eancia contra a mulher em 2022, 495 deles feminic\u00eddios. 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